segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

O amor perde-se, o amor escorre, escapa, dissolve, seca, evapora-se de nós, pobres criaturas, "feitas apenas para amar e sofrer de amor, o amor acaba nas férias, na praia, no sol, em segundas-feiras cinzentas, nos escritórios, em piscinas e cinzeiros, em abraços e ofensas, o amor acaba com ódio, acaba mesmo com amor, acaba sozinho, culpado, acaba em conjunto, triste, esquece-se o amor... como uma música de infância, uma tarde em morremos de rir, uma cidade inteira onde já estivemos e já não esta mais dentro de nós, onde foi parar o amor?!? Foi embora pra Pasárgada, onde é amigo do rei... ou... fugiu pra Maracangalha, aposentou-se no Beleléu, foi pro inferno, pro limpo, pro céu. Ou... quem sabe... reside agora num baú no sótão numa rua calma em Santa Rita do Passa Quatro, onde é soterrado por uma pilha de jornais atirados todos os dias pelo entregador..."Em todos os lugares o amor acaba, a qualquer hora o amor acaba, por qualquer motivo o amor acaba, para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto...

Um comentário:

Unknown disse...

oi!!!
nossa!
achei por acaso teu blog e achei legal (apesar d ser triste ) ... gostei desse teu texto ...e de alguns outros(q eu imagino q tenha acontecido cm vc) foi vc mesma q escreveu ou é de algum poema .. livro?! ...
bom ... estou comentando pq gostei msm! .... parece ser uma situação dificil .. mas q td mundo passa ...

abraço ...